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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

set-top-box Proview + middleware RCASoft por R$ 599,00 - venda online!

a RCASoft está anunciando em seu site o conversor digital Proview XPS-1000 com seu middleware já instalado por R$ 599,00



Caracteristicas
- Compatível com o sistema brasileiro ISDB-TB
- Alta definição de decodificação de áudio AAC / WE - AAC vídeo H264.
- Saída HDMI 1080i.
- Saída de vídeo analógica de alta definição - video componente 1080i.
- Saída de vídeo analógica - video composto 480p / 480i.
- Saída de áudio digital SPDIF. - Coaxial e Ótica
- OSD (On Screen Display) em português com interface gráfica de fácil manuseio.
- Interface de ethernet - 100 Mbs.
- Atualização do software via USB.
- EPG (Guia de Progamação Eletrônica) de uso fácil.
- Controle Remoto.
- Proteção Parental (Controle de conteúdo).
- Porta USB Frontal compatível com teclado e mouse.
- Navegação na internet com mini browser e acesso remoto a cliente / servidor via VNC.

Recursos
- Bloqueia os canais para não serem acessados
- Bloqueia os programas conforme classificação por idade pré determinadas
- Nomear canais
- Programação de seus canais favoritos
- Guia de programação eletrônica, permite visualizar informações sobre os programas (este recurso depende da transmissão pela emissora).
- Através da conexão USB é possível reproduzir arquivos de fotos JPEG.

Recurso de Imagem
- Formato de tela HD é possível escolher entre 4:3, Tela Cheia, Panorâmica e Panscan como modo preferencial de imagem para vídeo de alta definição.

Recurso de Áudio
Saídas de áudio digital, você pode escolher entre PCM para uso com um amplificador estéreo digital de dois canais e Bitstream para uso com um amplificador equipado com decodificador AAC.

Conexões
- Entrada RF, Saída para TV
- Saída S/PIDF
- Saída Video Composto, Saída Video Componente
- Saída HDMI, DC IN (12V)
- Entrada USB

fonte: www.rcasoft.com.br

veja uma demonstração que filmei no FISL 10, onde o Hugo Lavalle me explicou que o CPqD adquiriu uma versão de desenvolvimento do middleware RCASoft e o carregou pela porta USB, dessa forma habilitando o carregamento de aplicações NCL e Lua para o receptor.

atualizado em 31/8/2009:
enviei uma pergunta sobre as características deste receptor com o middleware, recebi uma boa notícia na resposta:

Pergunta:
Olá, gostaria de saber se é possível carregar aplicações NCL e Lua pela porta USB com o middleware que vem instalado de fábrica. Se não, o que é necessário fazer?

Resposta:
Através da porta USB é possível carregar aplicações NCL e Lua.

A implementação RCASOFT Middleware é voltada para desenvolvedores de aplicação, emissoras de televisão, produtoras de conteúdo, agências de publicidade e demais usuários da TV Digital que desejam ter acesso a recursos de interatividade em seu receptor. A implementação permite a execução de aplicações interativas transmitidas pela emissora durante a programação, ou a execução de aplicações gravadas em um pendrive que é conectado à porta USB do receptor.

O receptor possui em seu menu a opção NCL via USB que permite ao usuário abrir aplicações NCL armazenadas em um pen-drive, permitindo assim que se tenha a noção exata de como a aplicação ficará em um ambiente real.

Para a publicação, solicitamos que faça referência ao site http://www.rcasoft.com.br/midd_intro.php, onde temos mais detalhes sobre o RCASOFT Middleware.

Qualquer dúvida, estamos à disposição.

Atenciosamente,

Equipe de Suporte Técnico
RCASOFT Middleware

domingo, 28 de junho de 2009

demonstração de aplicativo interativo em um set-top-box Proview no FISL 10

gravei esses dois vídeos no stand da Dataprev do FISL 10. são uma demonstração de aplicativo interativo em Ginga NCL e Lua efetuada pelo Hugo Cesar Lavalle, do CPqD, utilizando um set-top-box Proview.

o aplicativo foi carregado no set-top-box pela porta usb utilizando um middleware da RCASoft, e acessa um web service através do canal de retorno e simula operações bancárias.








quarta-feira, 11 de junho de 2008

WiMax em Porto Alegre

tá na Wikipedia (acessado em 11/06/2008):

"Segundo o relatório do CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, do ano de 2006, sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, um dos requisitos para a implantação do SBTVD é a criação de um sistema WiMAX para todo o Território brasileiro. Segundo os dados que estão na página 88 deste relatório, para se estabelecer uma cobertura nacional (rural e urbana) são necessárias 2511 estações WiMAX (compostas de equipamentos de rádio, torre e antena) com um investimento total de apenas R$ 350 milhões de reais."

leia agora essa notícia do Baguete:
Embratel lança Wimax em Porto Alegre

sexta-feira, 7 de março de 2008

bibliografia para TV digital

muitas pessoas têm me pedido recomendações de leituras sobre TV digital, e realmente, não é tão fácil assim achar material, ainda mais em português.

mas isso é totalmente previsível para uma tecnologia nova para o país... com certeza muito material de qualidade está sendo produzido neste momento e ainda vai ser desenvolvido, principalmente depois que o Ginga-J estiver disponível e tivermos bibliotecas de desenvolvimento livres de licensas e royalties.

segue então a prometida bibliografia do meu trabalho de conclusão:

ARAÚJO, Rodrigo C. Curso Desenvolvendo Aplicações
para TV Digital Interativa Utilizando Java TV, MHP e ACAP
. Disponível em:
<http://www.rcasoft.com.br>. Acesso em: ago. 2007.

BRASIL. Lei nº. 5296, de 2 de dezembro de 2004. Regula
prioridade de atendimento e acessibilidade. In: SENADO FEDERAL. Legislação Republicana Brasileira. Brasília, 2004. Disponível em:
<http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaTextoIntegral.action?id=227619>. Acesso em: out. 2007.

FERNANDES, Jorge; LEMOS, Guido; SILVEIRA, Gledson. Introdução
à televisão digital interativa: arquitetura, protocolos, padrões e práticas
.
In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO, 24., 2004, Salvador.
Disponível em: <http://www.cic.unb.br/docentes/jhcf/MyBooks/itvdi/texto/itvdi.pdf>.
Acesso em: mai. 2006.

FREED, Ken. Desenvolvimento de aplicações para TV
Digital Interativa
. Disponível em: <http://www.media-visions.com/itv-newbies.html>.
Acesso em: ago. 2006.

GINGA. Portal do Software Público – Ginga.
Disponível em <http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ginga/>. Acesso em: nov. 2007.

HAVI. HAVi Level 2 graphical user interface API.
Disponível em <http://www.havi.org>. Acesso em: set. 2007.

ITVWEB. Interactive TV web: Your
source for MHP, OCAP, ACAP and Java TV information
.
Disponível em
<http://www.interactivetvweb.org>. Acesso em: set. 2007.

MC, Ministério das Comunicações. Sistema Brasileiro
de TV Digital
. Disponível em: <http://sbtvd.cpqd.com.br>. Acesso em: ago. 2007.

MHP. Multimedia Home Platform. Disponível em <http://www.mhp.org>. Acesso em: set. 2007.

MONTEIRO, Marcelo S. M. TV interativa e seus
caminhos
. Campinas, 2002. Dissertação de Mestrado - Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas.

MONTEZ, Carlos; BECKER, Valdecir. TV Digital
Interativa: Conceitos, Desafios e Perspectivas para o Brasil
. Florianópolis: Ed. UFSC, 2006, 2ª ed. 200 p.

MORENO, Marcio F. Um Middleware Declarativo para
Sistemas de TV Digital Interativa
. Rio de Janeiro, 2006. Dissertação de Mestrado - Departamento de Informática, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

MORRIS, Steven; SMITH-CHAIGNEAU,
Anthony. Interactive TV Standards. Burlington: Ed.
Focal Press, 2005. 585 p.

NBR15290. Acessibilidade em comunicação na
televisão
. Disponível em:
<http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/ABNT/NBR15290.pdf>. Acesso em: out. 2007.

NIC. Comitê Gestor da Internet – Núcleo de
Informação e Coordenação
. Disponível em <http://www.nic.br>. Acesso em nov. 2007.

REISMAN, Richard R. Rethinking
Interactive TV – I want my Coative TV
.
Disponível em:
<http://www.teleshuttle.com/cotv/CoTVIntroWtPaper.htm>. Acesso em: out. 2007.

SCHWALB, Edward M.. iTV Handbook:
Technologies and Standards
. New Jersey: Ed. Prentice Hall, 2003.
752 p.

SET. Sociedade Brasileira de Engenharia de
Televisão e Telecomunicações
. Disponível em: <http://www.set.com.br/tecnologia.htm>. Acesso em: ago. 2007.

SUN MICROSISTEMS. Especificação da API Java TV.
Disponível em: <http://java.sun.com/products/javatv>. Acesso em: ago. 2007.

TONIETO, Márcia. Sistema Brasileiro de TV Digital -
SBTVD - Uma análise política e tecnológica na inclusão social. Fortaleza, 2006
.
Dissertação de Mestrado – Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual do Ceará.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

o objeto Carrossel

o nome é bonito "Carrossel", ou em inglês, "Carousel"...

na prática, é apenas uma forma de disponibilizar arquivos através do canal de difusão, já que muitos receptores não suportam o canal de interatividade (formado pelo canal de descida e retorno) para baixar os arquivos das aplicações.

o objeto Carousel funciona da seguinte forma:
- a árvore de diretórios e seus arquivos são transformados em módulos e transmitidos para os receptores em forma de objetos, juntamente com os dados de vídeo e áudio do programa em exibição. (pode ocorrer de haver canais especiais, como os de compra e jogos da Sky, nesse caso, toda a banda do canal será utilizada para esses objetos)
- cada módulo é transmitido em forma de um único objeto, e esses objetos são enviados em seqüência, um após o outro
- ao término do envio seqüencial de módulos o processo é reiniciado. por isso o nome "carrossel": é como se cada diretório fosse um "cavalinho" do carrossel, e após terminar uma volta começa tudo de novo.

os arquivos que podem ser disponibilizados vão desde as classes das aplicações a imagens de fundo, imagens de botões, arquivos de áudio, animações, arquivos de dados, XML e muitos outros. ou seja: todos os arquivos das aplicações.

para se aprofundar mais no objeto Carousel, recomendo o livro Interactive TV Standards: A Guide to MHP, OCAP, and JavaTV do Steve Morris.
dica: compre a versão impressa, não faça como eu, que comprei a versão PDF e ela vem bloqueada e eu não consigo copiar trechos nem imprimir :P


terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

emissoras planejam utilizar redes celulares como canal de retorno

veja essa matéria do Tela Viva, onde Ana Paula Paes Leme, executiva de contas de novos negócios do SBT, fala sobre interatividade e a possibilidade o uso das redes celulares como canal de retorno:

Recursos de interatividade não são novidade para radiodifusores
(obs.: requer autenticação para acessar)