terça-feira, 8 de setembro de 2009
NY Times (via Terra): TV investe em aplicativos seguindo modelo da Apple
"A DirecTV e o serviço FiOS da Verizon Communications recentemente anunciaram lojas de aplicativo seguindo explicitamente o modelo da App Store da Apple. Apenas alguns aplicativos apareceram até agora, mas esses poucos - versos da Bíblia, atualizações do Facebook e informações sobre equipes esportivas - sugerem que as pessoas podem não estar satisfeitas em apenas ficar sentadas enquanto assistem à TV, preferindo se debruçar, interagir e personalizar suas televisões." - Saul Hansell (NY Times) via Amy Traduções (Terra)
*esta postagem faz referência a conteúdo de terceiros. os direitos e responsabilidades dos trechos citados são reservados aos respectivos autores
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
livro "Programando em NCL" à venda online
o livro "Programando em NCL", Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa, já pode ser adquirido online em diversos sites por preços que variam de R$106,25 a R$125,00:
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Argentina oficializa adoção do sistema nipo-brasileiro de TV Digital
A adesão da Argentina ao padrão se soma à decisão do Peru, ocorrida em abril. Com isso, anula a resolução de 1998, que adotava o ATSC.
"Vamos construir um modelo comum aos nossos países, promovendo uma parceria comercial e tecnológica que vai beneficiar nossos parques industriais e a nossa população, que terá acesso ao que existe de mais moderno em televisão aberta no mundo", deisse Hélio Costa.
Chile, Equador, Venezuela e Cuba também consideram a possibilidade de utilizar o ISDB-T.
fonte: TI Inside
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
set-top-box Proview + middleware RCASoft por R$ 599,00 - venda online!
Caracteristicas
- Compatível com o sistema brasileiro ISDB-TB
- Alta definição de decodificação de áudio AAC / WE - AAC vídeo H264.
- Saída HDMI 1080i.
- Saída de vídeo analógica de alta definição - video componente 1080i.
- Saída de vídeo analógica - video composto 480p / 480i.
- Saída de áudio digital SPDIF. - Coaxial e Ótica
- OSD (On Screen Display) em português com interface gráfica de fácil manuseio.
- Interface de ethernet - 100 Mbs.
- Atualização do software via USB.
- EPG (Guia de Progamação Eletrônica) de uso fácil.
- Controle Remoto.
- Proteção Parental (Controle de conteúdo).
- Porta USB Frontal compatível com teclado e mouse.
- Navegação na internet com mini browser e acesso remoto a cliente / servidor via VNC.
Recursos
- Bloqueia os canais para não serem acessados
- Bloqueia os programas conforme classificação por idade pré determinadas
- Nomear canais
- Programação de seus canais favoritos
- Guia de programação eletrônica, permite visualizar informações sobre os programas (este recurso depende da transmissão pela emissora).
- Através da conexão USB é possível reproduzir arquivos de fotos JPEG.
Recurso de Imagem
- Formato de tela HD é possível escolher entre 4:3, Tela Cheia, Panorâmica e Panscan como modo preferencial de imagem para vídeo de alta definição.
Recurso de Áudio
Saídas de áudio digital, você pode escolher entre PCM para uso com um amplificador estéreo digital de dois canais e Bitstream para uso com um amplificador equipado com decodificador AAC.
Conexões
- Entrada RF, Saída para TV
- Saída S/PIDF
- Saída Video Composto, Saída Video Componente
- Saída HDMI, DC IN (12V)
- Entrada USB
fonte: www.rcasoft.com.br
veja uma demonstração que filmei no FISL 10, onde o Hugo Lavalle me explicou que o CPqD adquiriu uma versão de desenvolvimento do middleware RCASoft e o carregou pela porta USB, dessa forma habilitando o carregamento de aplicações NCL e Lua para o receptor.
atualizado em 31/8/2009:
enviei uma pergunta sobre as características deste receptor com o middleware, recebi uma boa notícia na resposta:
Pergunta:
Olá, gostaria de saber se é possível carregar aplicações NCL e Lua pela porta USB com o middleware que vem instalado de fábrica. Se não, o que é necessário fazer?
Resposta:
Através da porta USB é possível carregar aplicações NCL e Lua.
A implementação RCASOFT Middleware é voltada para desenvolvedores de aplicação, emissoras de televisão, produtoras de conteúdo, agências de publicidade e demais usuários da TV Digital que desejam ter acesso a recursos de interatividade em seu receptor. A implementação permite a execução de aplicações interativas transmitidas pela emissora durante a programação, ou a execução de aplicações gravadas em um pendrive que é conectado à porta USB do receptor.
O receptor possui em seu menu a opção NCL via USB que permite ao usuário abrir aplicações NCL armazenadas em um pen-drive, permitindo assim que se tenha a noção exata de como a aplicação ficará em um ambiente real.
Para a publicação, solicitamos que faça referência ao site http://www.rcasoft.com.br/midd_intro.php, onde temos mais detalhes sobre o RCASOFT Middleware.
Qualquer dúvida, estamos à disposição.
Atenciosamente,
Equipe de Suporte Técnico
RCASOFT Middleware
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Lançamento do livro "Programando em NCL 3.0" - Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa
A Editora Campus-Elsevier e a SET - Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão convidam os membros da Comunidade Ginga para o lançamento do livro "Programando em NCL 3.0" de autoria dos Professores Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa.

Data: 27 de agosto de 2009, Quinta-feira, às 16h
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Broadcast & Cable 2009
Estande 35C e 35D da SET
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
São Paulo - SP
Contato: (11) 5105-8555
domingo, 16 de agosto de 2009
Tutorial de Instalação da Máquina Virtual do OpenGinga Ginga-J no VirtualBox em Linux - por Manoel Campos da Silva Filho
Introdução
A Máquina Virtual do OpenGinga Beta 1 foi criada com o VirtualBox 3 e é baseada no Ubuntu 9.04, não tendo interface gráfica. O usuário é root e a senha root. O OpenGinga está na raiz do sistema, incluindo um link para o diretório onde estão os exemplos do DirectFB.
No arquivo /etc/profile da VM foram adiconadas as configurações necessárias, obtidas do arquivo env.sh do OpenGinga, para exportar as variáveis de ambiente do Java e do OpenGinga.
Lá também foi adicionado o comando dhclient para obter as configurações de rede para a VM, caso sua rede tenha DHCP.
Seguem os passos para instalação
- Baixe o arquivo da VM no site do LabTVDI da UnB (345MB).
- Para permitir acesso a pendrives na VM, você deve executar o VirtualBox como root. Assim, abra um terminal e digite o comando a seguir
sudo su - Execute os comandos
mkdir -p /root/.VirtualBox && cd /root/.VirtualBox - Descompacte a VM baixada com o comando
tar -zxvf /caminho/onde/salvou/openginga-gingaj-beta1-virtualbox.tar.gz - Execute o comando
mkdir -p HardDisks && mv GingaJ-HardDisk.vdi HardDisks - Execute o comando
rm -rf Machines/GingaJ/ - Execute o VirtualBox com
VirtualBox & - Clique no botão New para criar uma nova VM, depois clique em Next para iniciar.

- Na tela seguinte, preencha os campos como na figura abaixo e clique em Next

- Escolha a quantidade de memória, ou deixe como está, e clique em Next.

- Escolha a opção "Use existing hard disk" e clique no botão ao lado do campo para escolher o HD baixado.

- Na tela seguinte clique no botão Add e selecione o HD do diretório /root/.VirtualBox/HardDisks (que já deve vir selecionado).
Depois clique no botão Select
- Depois clique em Next, Finish e Start para iniciar o OpenGinga Ginga-J. Veja figura da VM funcionando, com vídeo e aplicação em execução.
As informações de como incluir arquivos de vídeo para simular canais de TV e como instalar uma Xlet estão disponíveis no tutorial no site do OpenGinga
Máquina virtual e tutorial elaborado por Manoel Campos da Silva Filho, a partir dos fontes e tutorial de compilação e instalação do OpenGinga, disponíveis no site oficial.
domingo, 19 de julho de 2009
Tutorial: Debug no XleTView usando o Eclipse - por Leonardo Leite
Um fator que há muito tempo me incomodava ao fazer xlets no XleTView era a aparente falta de possibilidade de realizar um debug.
Este tutorial mostra como realizar o debug de seu xlet, executado a partir do XleTView, usando a plataforma Eclipse (http://www.eclipse.org/).
Atenção: este tutorial não explica como fazer o debug no Eclipse, mas sim os passos necessários para que o debug no Eclipse possa ser realizado a partir de um xlet sendo executado no XleTView.
Configurando o XleTView
Para podermos realizar o debug, o XleTView deve ser chamado da seguinte maneira:
java -Xdebug -Xnoagent -Xrunjdwp:transport=dt_socket,address=8000,server=y,suspend=n -jar xletview.jar
Configurando o debug do Eclipse
1. Abra a perspective de debug (Figura 1)

2. No menu de debug seleciona “Open debug dialog...” (Figura 2)

3. No diálogo de debug insira um novo elemento de debug abaixo do elemento “Remote Java Application”, na árvore à esquerda (Figura 3)

4. Se necessário altere as propriedades do debug (à direita da árvore do passo anterior); o mais importante aqui é que a porta usada seja a mesma que foi passada como parâmetro para o XleTView (no meu exemplo, a porta 8000).
Pronto, agora basta setar seu(s) breakpoint(s) no Eclipse e iniciar a aplicação através do XleTView.
Na figura 4 temos um exemplo de debug, em que podemos constatar a na janela de variáveis o valor da variável x.

Repare que na perspectiva de debug é importante conhecer algumas opções de controle, como o “Terminate” e o “Relaunch”, que podem ser vistos na figura 5.

sexta-feira, 10 de julho de 2009
API de Integração de Dispositivos: Limitações
O apêndice E do projeto de norma 00:001.85-006/4 (2° Projeto), de título “Televisão digital terrestre — Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital — Parte 4: Ginga-J — Ambiente para a execução de aplicações procedurais” especifica como será o seu uso, através de uma nova API.
A comunicação do receptor com dispositivos móveis pode ser efetuada através da API de Integração de Dispositivos. Para tanto, os dispositivos móveis devem possuir um módulo do Ginga para gerenciar o protocolo de comunicação. Precisam também estar registrados no Ginga.
A maior vantagem da proposta desta API é a integração de aplicações em execução (Xlets) com dispositivos móveis. Esta integração é importante e indubitavelmente deve existir. Contudo, outras idéias podem ser incorporadas através de uma maior exploração dessas novas interfaces de rede existentes.
Devido ao custo adicionado pela incorporação de novas interfaces de rede, a compra de receptores que possuam a integração com dispositivos móveis só será efetuada pelos consumidores se os benefícios que ela traz forem suficientemente altos para compensar o seu valor. Desta forma, todas as possibilidades de inovação precisam ser exploradas.
Para tentar explicar melhor, vamos tomar como base as possibilidades e limitações da arquitetura atual:
Imagine que um programa como o Big Brother Brasil esteja passando na TV em um determinado momento. Neste momento, uma aplicação (Xlet) pode estar sendo executada, solicitando aos usuários qual dos participantes eles desejam eliminar. Esta aplicação poderá buscar os dispositivos móveis registrados com o Ginga e solicitar que a votação apareça no display dos celulares e outros dispositivos móveis, para que em cada dispositivo um usuário registre o seu voto unicamente. Para isso, eles precisam ter um módulo móvel instalado, responsável por se registrar no receptor e renderizar a tela de acordo com um protocolo. Interessante esta possibilidade? Sim! A API de Integração de Dispositivos deve existir com certeza!
Contudo, se temos comunicação entre receptor e canal de retorno e também entre dispositivos móveis e receptor, porque não utilizar o receptor como gateway para acessar todo e qualquer servidor possível via canal de retorno? Com isso, qualquer empresa poderia disponibilizar aplicações que utilizam o receptor como ponto de acesso à Internet. Qual o ganho com isso? Alguns deles estão listados abaixo:
a) A aplicação móvel é totalmente customizada pela empresa em questão;
b) Adiciona novos mercados à operadoras de TV e empresas;
c) Provê novas formas de entretenimento para o usuário;
d) Desonera a comunicação entre usuário e a operadora de TV, pois não necessita das operadoras de telefonia como canal de retorno para aplicações móveis;
e) Não limita a execução da aplicação móvel enquanto o canal se mantém ativo. Isso quer dizer pode haver mudanças de canais a qualquer momento sem a interrupção da aplicação móvel atual;
f) Aplicativos podem ser executados mesmo na inexistência do sinal da operadora de TV, desde que o canal de retorno esteja ativo; e
g) O link entre dispositivo móvel e canal de retorno é efetuado a qualquer momento e para qualquer destino, independente da existência de Xlet em execução no receptor.
Como exemplo, o acesso à Internet via receptor de TV poderia ser efetuado pelo dispositivo móvel a qualquer momento, seja via Bluetooth, Wi-Fi, entre outros. Celulares poderiam vir com aplicações que utilizam o receptor como ponto de acesso à Internet. Além de aplicações móveis customizadas, com protocolos proprietários, qualquer aplicação que utilize procotolos padronizados como browsers, clientes de e-mail, ftp, leitor RSS, entre outros, poderia utilizar essa infra-estrutura.
Não há a necessidade de nenhum hardware adicional além dos já existentes para a integração com dispositivos móveis, ou seja, toda a implementação pode ser efetuada em software.
Certamente o custo dos receptores que possuem integração com dispositivos móveis será maior do que os que não as possuem, justamente pela adição dos novos hardwares de rede. Com as possibilidades atuais de interação da API de Integração de Dispositivos, particulamente acredito que a adoção só será razoavelmente alta se a diferença de preço for bastante pequena. Adotando novas possibilidades, agrega-se valor ao produto e, consequentemente, mais usuários estarão dispostos a pagar um valor um pouco maior.
A próxima semana será crucial para a aprovação da norma. A data limite para envio de comentários à consulta pública da ABNT é 17/07. Esta e outras possibilidades foram enviadas à ABNT, para análise. Observem que não temos intenção de criticar arbitrariamente a norma que está sendo votada. Apenas queremos explorar ao máximo essa inovação do Ginga.
Detalhes de outras limitações da abordagem atual do SBTVD serão exploradas em novos posts.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Open Ginga liberado para download
conforme prometido no FISL, o Open Ginga foi disponibilizado para o público:
trecho extraído da capa do site:
"OpenGinga é uma plataforma para desenvolvimento do middleware Ginga, o middleware do Sistema Brasileiro de TV Digital.
As aplicações que executam no Ginga podem ser classificadas em duas categorias dependendo se o conteúdo inicial da aplicação é declarativo ou procedural. O ambiente de execução que processa aplicações NCL é chamado de Ginga-NCL e o ambiente que controla a execução de aplicações baseadas na Java TV / Java DTV é chamado de Ginga-J.
Atualmente, estamos disponibilizando uma versão beta de desenvolvimento da implementação do ambiente procedural do middleware (Ginga-J). É importante observar que esta uma versão para desenvolvedores avançados e com conhecimento de sistemas de middleware. Em breve lançaremos ferramentas para auxiliar os desenvolvedores de aplicações."
eu já estou convertendo meus aplicativos GEM e espero em breve poder testá-los no novo emulador, prometido pelo Raoni para no máximo daqui a 2 meses.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
FISL 10: debate SBTVD - a história do Ginga
[vídeo removido]
após esse valioso depoimento, o professor Guido contou a sua parte. falou que o Ginga tem vários pais, mas que a origem é do Luiz Fernando. falou da sua volta para o nordeste em 97, a formação do seu grupo de trabalho mais focado na televisão. falou da necessidade de se criar um middleware e a escolha pela linguagem Java. contou sobre o custo para iniciar o desenvolvimento com MHP: 1.300.000 euros por uma licença de código aberto.
conforme Guido, em 2007 a proposta de especificação do Ginga-J foi para consulta pública e aprovada, porém o fórum SBTVD decidiu não publicar. o motivo alegado foi o risco de ter que pagar royalties pelo GEM. a partir desta questão foi realizada a reescrita de parte da especificação pela Sun, que está em consulta pública no momento.
comentou que a primeira versão do Ginga-J com Java DTV seria distribuída na oficina que ocorreria no FISL 10, o que de fato ocorreu.
em seguida, relatou sobre a dificuldade de sincronizar o desenvolvimento do middleware com aplicações e terminais e as diferentes visões entre academia, governo e radiodifusores.
Guido destacou um fato importante, que considera uma vitória do grupo: os europeus montaram uma demonstração em São Paulo, com apoio da USP e TV Cultura e convidaram o pessoal do Lavid para participar. inicialmente, Guido recusou por limitações de orçamento, mas 2 dias antes recebeu um telefonema salientando que era importante a sua presença para credibilidade do projeto. na noite anterior constataram que o middleware que trouxeram da europa (MHP) não integrou com o sistema de transmissão disponível no evento. a equipe do Guido trabalhou na integração e no outro dia o que tinha de interatividade na demonstração dos europeus (os mesmos que queriam cobrar 1.300 mil euros), era Ginga. o MHP não rodou.
colocou que no máximo no início de 2010 teremos o Ginga sendo incorporado em set-top-boxes comercializados.
Guido alertou para o risco de as classes C, D e E comprarem os receptores zapper, sem Ginga, e então perde-se a oportunidade de utilizar a TV como instrumento de inclusão digital, pois essas classes mais baixas não irão comprar outro aparelho.
José Salustiano, membro do grupo gestor do SBTVD e Diretor presidente da HXD Interactive Television, encerrou os depoimentos do encontro contando como entrou no fórum SBTVD, falou sobre o desafio de manter os projetos de interatividade e sobre o apoio da Caixa Econômica Federal e conseguir que alguma emissora efetuasse a transmissão com interatividade. com os exemplos práticos demonstrados, conseguiram algum reconhecimento.
pra mim, ficou claro que poucas vezes o Brasil teve a oportunidade na história de ser gerador de conhecimento, e que mundialmente o Ginga está sendo muito bem recebido, com potencial de se tornar padrão em muitos países desenvolvidos.
merece nossos aplausos.
domingo, 28 de junho de 2009
demonstração de aplicativo interativo em um set-top-box Proview no FISL 10
sábado, 27 de junho de 2009
FISL 10: agora com Ginga-J... o novo, com Java DTV(?)
ocorreram 3 oficinas ao longo de todo o dia: Ginga NCL, NCLua e Ginga-J. podemos considerar um imenso fracasso, pois não atingimos nenhum objetivo, já que a Arena de Programação do FISL era o lugar mais inapropriado do mundo para um curso hands-on, devido ao barulho que os participantes do FISL faziam. a culpa não é do pessoal do Ginga, mas sim da organização do FISL que não disponibilizou um local apropriado para o evento.
da Oficina NCL eu não participei, pois já havia participado ano passado.
NCLua não tivemos por falta de tempo e condições acústicas.
Ginga-J:
a oficina se resumiu a uma breve explicação da arquitetura do Ginga-J, efetuada pelo Raoni, que também mencionou que apenas as classes do Lwuit estavam disponíveis e o Ginga CC (Common Core). o resto do tempo foi focado na instalação de uma implementação de referência do middleware no Ubuntu. é pouco, mas é alguma coisa.
de API Java DTV mesmo, só recebemos algumas classes:

o resto é Lwuit (clique nas imagens para ampliar):






de qualquer forma, parabéns a todo o pessoal do Lavid, da UFPB, especialmente ao professor Guido e ao Raoni, que tiveram a iniciativa de disponibilizar esta primeira versão para nós, e claro.. todos os demais que estão envolvidos e não temos conhecimento.
o Ginga-J causou, e ainda causa, muita polêmica, pois a comunidade de desenvolvedores de aplicações não tem acesso ao projeto, surgem muitos boatos, notícias infundadas, atrapalhadas... mas pelo que eu vi neste FISL, o projeto está andando, mesmo com todas as dificuldades que foram expostas durante as palestras.
eu particularmente tenho muitas críticas em relação a condução do projeto Ginga-J, mas vou me recolher porque o trabalho no Lavid e na CDN (rede de desenvolvedores) merece reconhecimento.
então desenvolvedores de aplicações Java, calma: o Ginga-J existe. eu vi, eu tenho o primeiro "pedaço" dele aqui comigo.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
FISL 10: com Luiz Fernando, Guido Lemos, Raoni e Lula!
mini-currículos das pessoas citadas aqui podem ser encontrados no site www.fisl.org.br
quinta-feira, 25 de junho de 2009
FISL 10: sem Moreno
"O desenvolvimento do Ginga-NCL, documentado pelo pesquisador Marcio Ferreira Moreno, da PUC-RJ, sob supervisão do professor Luiz Fernando Gomes Soares, acaba de ser agraciado com o "Best PhD Award" na 7ª edição da Conferência de TV Interativa da Europa (EuroiTV 2009), realizada esta semana na Bélgica.
O EuroiTV é um dos mais importantes eventos internacionais sobre TV Digital Interativa e possui grande visibilidade acadêmica e industrial. Participam pesquisadores de universidades, centros de pesquisa e também da indústria de todo o mundo.
Esse é o segundo importante reconhecimento internacional do Ginga-NCL. No mês passado, a linguagem foi aprovada como recomendação H.761 da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para a construção de aplicações multimídia destinadas ao ambiente de TV interativa."
Cristina De Luca
http://www.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Ginga no FISL 10! Programação oficial
Finalmente, temos a programação oficial dos eventos relacionados ao Ginga no FISL10! Graças aos esforços de nossos parceiros da Dataprev (RS e RJ), Associação Software Livre (ASL) e Portal do Software Público Brasileiro (SLTI), conseguimos espaço para boa parte das atividades mais requisitadas pelos nossos membros. Em destaque, as já famosas "Horas Ginga", o debate entre representantes do Fórum SBTVD e as oficinas Ginga-NCL e Ginga-J. Acompanhem:
De 25/06 a 26/06, o dia inteiro
Ponto de Encontro Ginga - Demos, reuniões e bate-papo entre os membros da Comunidade.
Local: Estande Dataprev
Dia 26/06
09:00/10:00 - Hora Ginga - Introdução à TV Digital Interativa
Carlos Eduardo Batista
10:00/12:00 - Debate Fórum SBTVD
André Barbosa Filho, Fernando Ferreira, Guido Lemos de Souza Filho, José Salustiano, Luiz Fernando Gomes Soares
12:00/13:00 - Hora Ginga - Arquitetura do Middleware Ginga
Carlos Eduardo Batista
14:00/15:00 - Apresentação Ginga Frevo - CDN
Guido Lemos de Souza Filho, Luiz Fernando Gomes Soares
16:00/17:00 - Hora Ginga - Ginga-NCL e suas ferramentas de desenvolvimento
Roberto Gerson de Albuquerque Azevedo
17:00/18:00 - Hora Ginga - Ginga-J - Java DTV - UFPB
Raoni Kulesza, Jefferson Ferreira
Dia 27/06
09:00/13:00
Oficina Ginga-NCL - Programando em NCL para TV Digital
Carlos Eduardo Batista, Roberto Gerson de Albuquerque Azevedo
Local: Arena de Programação
13:00/15:00
Oficina Ginga-NCL - Programando em NCLua para TV digital
Carlos Eduardo Batista, Roberto Gerson de Albuquerque Azevedo
Local: Arena de Programação
15:00/19:00
Oficina Ginga-J - Programando em Java para TV digital
Raoni Kulesza, Jefferson Ferreira, Carlos Eduardo Batista
Local: Arena de Programação
Além de tudo isso, diversas instituições com projetos em TV Digital darão palestras intercaladas às atividades acima. Não perca...
Mais detalhes sobre a programação do FISL 10
fonte: Ginga no FISL 10! Programação oficial
quarta-feira, 17 de junho de 2009
programação preliminar do FISL 10
foi disponibilizada a programação preliminar do Fórum Internacional de Software Livre 10, que ocorre de 24 a 27 de junho:
confira a programação do FISL 10
valores para inscrição:
| pagando... | individual/empresas1 | estudante2/caravanas3 | governo4 |
|---|---|---|---|
| até o dia 18/06/2009 5 | R$ 143,00 | R$ 71,50 | R$ 203,00 |
| no evento (1º e 2º dia)6 7 | R$ 163,00 | R$ 81,50 | R$ 203,00 |
| no evento (3º e 4º dia)6 7 | R$ 113,00 | R$ 56,50 | R$ 203,00 |
| (1) investimento por participante na inscrição da empresa (2) mediante apresentação de comprovante de matrícula fornecido/autenticado por instituição regular de ensino reconhecida pelo MEC. (3) procure a caravana de sua cidade para obter o código promocional (4) valor por participante, exclusivo para órgãos governamentais (5) pagamento através de boleto bancário (6) pagamento deve ser efetuado na secretaria do evento (7) As inscrições durante o evento só ocorrerão se houver vagas disponíveis (*) todos os valores listados, exceto os da última linha, dão direito a participação NOS QUATRO DIAS do evento. | |||
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Ginga-NCL Virtual Set-top Box v.0.10.1
Ginga-NCL Virtual Set-top Box v.0.10.1 foi atualizado com o novo código do Ginga-NCL (C++) v.0.10.1. O Set-top Box Virtual é uma máquina virtual VMWare com sistema Linux instalado e pré-configurado com todos os requisitos do Ginga-NCL (C++). Pode ser obtido por meio da SubComunidade Ginga-NCL, no box "Direto ao Ginga". Lá você encontra também um "HOW-TO" com dicas para instalar e operar o Set-top Box Virtual.
Para maiores informações sobre as modificações no código do Ginga-NCL, consulte os arquivos ChangeLog presentes em cada pacote de código-fonte presente no SVN. A atualização corresponde às revisões 17 a 21 do SVN.
Comunidade Ginga
SubComunidade Ginga-NCL
terça-feira, 5 de maio de 2009
Artigo sobre TV Digital publicado na REIC de março
Ferramentas de Acessibilidade para TV Digital - Artigo e Fontes
segunda-feira, 6 de abril de 2009
set-top-box com DVR da Topfield
"Todos os programas ficam armazenados num HD interno de 250 GB, mas não é possível editar o material.
(...)
Na frente, há uma porta USB, que serve para você plugar um pen drive e rodar filmes em DivX e XviD e também músicas em MP3.
(...)
O equipamento possui, ainda, uma porta de rede. Por ela, você pode conectar o player a um roteador e acessar seu gerenciador por uma interface web. De qualquer browser, é possível programar a gravação de alguma coisa na televisão. O software também serve para fazer o upload de arquivos de áudio e vídeo." - Airton Lopes, da INFO
a matéria não fala sobre interatividade, se possui o middleware Ginga, muito menos se é possível fazer upload de aplicações interativas.
leia aqui a matéria original: Aparelho da Topfield sintoniza e grava TV digital
valor: R$1.700,00
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Congresso TV 2.0 - 4ª Edição
ocorrerá dia 14 de abril o Congresso TV 2.0 em São Paulo.
"As novas formas de ver e de fazer televisão, pensadas sob uma nova plataforma de distribuição de conteúdos audiovisuais."
Em pauta:
* IPTV e TV pela internet
* TV no celular
* Produção para novas plataformas
* Novas formas de acesso aos conteúdos
* Monetização e métricas
* Interatividade e o novo espectador
saiba mais: Congresso TV 2.0 - 4ª Edição
