Curso TV Digital
"Descrição do Curso
O curso Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa Utilizando JavaTV, MHP, ACAP, ARIB e GINGA é destinado a pessoas que desejam começar a trabalhar com desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa (TVDI), se especializando na API JavaTV que foi criada pela Sun Microsystems. Além disso, serão abordadas diversas características e ferramentas de desenvolvimento baseadas em software livre voltadas para as especificações de middleware para TVDI adotadas na Europa (MHP), nos EUA (ACAP), no Japão (ARIB) e no Brasil (GINGA).
Data e Local do Curso
Data: 26 e 27 de Março de 2008
Local: CPV - UNICAMP - CAMPINAS - SP
Valor do Curso: R$ 950,00 (individual) *
* Desconto especial para inscrições em grupo.
Maiores Informações
Telefone: (19) 3579-0744
E-mail: atendimento@rcasoft.com.br
WEB Site: http://www.rcasoft.com.br"
fonte: RCA Soft
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
receptor de TV digital USB da Leadership
a Leadership lançou seu receptor USB para o sistema brasileiro de TV digital.

vejam as características disponibilizadas no site do fabricante:
Nome do Produto:
Receptor de TV Digital USB
Descrição:
- Totalmente compatível com o padrão de TV digital brasileiro.
- Assista a programação da TV Digital diretamente no seu PC ou notebook.
- Total mobilidade permitindo assistir TV Digital a qualquer hora e em qualquer lugar com seu notebook.
- Permite gravar a programação da TV diretamente no HD.
- Permite agendamento de gravações.
- Função Time Shifiting que permite utilizar a função pause em programas de TV.
- Acompanha duas antenas, sendo uma mini retrátil para mobilidade e outra de alta sensibilidade para locais com sinal baixo.
- Sintonia automática de canais.
- Acompanha o software Presto! PVR Monitor
- Conexão via porta USB.
Características do produto:
- Alta sensibilidade: -97dBm
- Baixo consumo de energia: 500mW ~ 550mW
- Recepção de Canais: UHF 13 - 69 (470~806Mhz)
- Proteção contra cópia: Saída AES 128 bit
- Interface USB 2.0 (5V ± 5%), dispensa alimentação externa.
- Codificação do Hardware: Suporte para codificação do Hardware e cópia única
Características de reprodução:
- Decodificador do software: H.264 e decodificador de áudio.
- Lista de canais: Lista de canais de TV e informações do canal com uma janela com a lista dos programas (depende da disponibilidade da emissora)
- Controle de vídeo: Brilho / contraste / cor / controle de saturação.
Geral:
- Controle de qualidade de vídeo para diferentes níveis de tolerância
- Transferência de hora / vários idiomas / integrado.
- Varredura de canais / programação de gravação
- EPG - Exibe os horários da programação dos canais e a sua descrição (depende da disponibilidade da emissora)
Requerimentos do Sistema:
- Sistema operacional: Windows 2000 SP4 / XP SP2 / Vista
- DirectX 9.0a ou acima
- CPU: processador com (1.5GHz)
- Memória RAM: 128MB RAM
- Placa de vídeo com 64MB RAM
Conteúdo da embalagem:
1 Receptor de TV Digital USB
1 Mini antena retrátil
1 Antena Retrátil de alta sensibilidade
1 CD-ROM (manual do usuário, software e driver
fonte: Leadership
vejam as características disponibilizadas no site do fabricante:
Nome do Produto:
Receptor de TV Digital USB
Descrição:
- Totalmente compatível com o padrão de TV digital brasileiro.
- Assista a programação da TV Digital diretamente no seu PC ou notebook.
- Total mobilidade permitindo assistir TV Digital a qualquer hora e em qualquer lugar com seu notebook.
- Permite gravar a programação da TV diretamente no HD.
- Permite agendamento de gravações.
- Função Time Shifiting que permite utilizar a função pause em programas de TV.
- Acompanha duas antenas, sendo uma mini retrátil para mobilidade e outra de alta sensibilidade para locais com sinal baixo.
- Sintonia automática de canais.
- Acompanha o software Presto! PVR Monitor
- Conexão via porta USB.
Características do produto:
- Alta sensibilidade: -97dBm
- Baixo consumo de energia: 500mW ~ 550mW
- Recepção de Canais: UHF 13 - 69 (470~806Mhz)
- Proteção contra cópia: Saída AES 128 bit
- Interface USB 2.0 (5V ± 5%), dispensa alimentação externa.
- Codificação do Hardware: Suporte para codificação do Hardware e cópia única
Características de reprodução:
- Decodificador do software: H.264 e decodificador de áudio.
- Lista de canais: Lista de canais de TV e informações do canal com uma janela com a lista dos programas (depende da disponibilidade da emissora)
- Controle de vídeo: Brilho / contraste / cor / controle de saturação.
Geral:
- Controle de qualidade de vídeo para diferentes níveis de tolerância
- Transferência de hora / vários idiomas / integrado.
- Varredura de canais / programação de gravação
- EPG - Exibe os horários da programação dos canais e a sua descrição (depende da disponibilidade da emissora)
Requerimentos do Sistema:
- Sistema operacional: Windows 2000 SP4 / XP SP2 / Vista
- DirectX 9.0a ou acima
- CPU: processador com (1.5GHz)
- Memória RAM: 128MB RAM
- Placa de vídeo com 64MB RAM
Conteúdo da embalagem:
1 Receptor de TV Digital USB
1 Mini antena retrátil
1 Antena Retrátil de alta sensibilidade
1 CD-ROM (manual do usuário, software e driver
fonte: Leadership
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Ginga NCL e Microsoft
e não é que a Microsoft também está planejando criar uma linguagem declarativa semelhante ao XML, assim como o Ginga NCL e outras linguagens para TV digital?
especula-se que a linguagem deva se chamar "D", o que pode cair bem, pois seria o próximo passo depois do "C" e também a inicial de "Declarative" : )
[obs.: a linguagem D já existe, mas quem falou sobre o nome foi a Computerworld]
li recentemente um livrinho da série "Empresários de Êxito" contando a história do Bill Gates, e o que ficou fortemente ressaltado é que ele e a Microsoft nunca criaram nada, apenas pegam boas idéias, "melhoram" e depois vendem. o autor do livro é Robert Heller
nesse livrinho há uma citação de Bill Gates onde ele fala que a próxima onda tecnológica será a TV digital (pág. 18). talvez, quem sabe, o "D" seja de "Digital TV"?
fonte: Computerworld
saiba mais: Wikipedia - Declarative programming
especula-se que a linguagem deva se chamar "D", o que pode cair bem, pois seria o próximo passo depois do "C" e também a inicial de "Declarative" : )
[obs.: a linguagem D já existe, mas quem falou sobre o nome foi a Computerworld]
li recentemente um livrinho da série "Empresários de Êxito" contando a história do Bill Gates, e o que ficou fortemente ressaltado é que ele e a Microsoft nunca criaram nada, apenas pegam boas idéias, "melhoram" e depois vendem. o autor do livro é Robert Heller
nesse livrinho há uma citação de Bill Gates onde ele fala que a próxima onda tecnológica será a TV digital (pág. 18). talvez, quem sabe, o "D" seja de "Digital TV"?
fonte: Computerworld
saiba mais: Wikipedia - Declarative programming
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Zero Hora: Estado quer aproveitar chegada da TV digital para atrair investimentos
boa notícia a que saiu no site da Zero Hora hoje:
fonte: Estado quer aproveitar chegada da TV digital para atrair investimentos
vamos torcer para que o RS leve essa, apesar de termos alguns acontecimentos recentes que me fazem desanimar um pouco, como a ida da fábrica da Dell para São Paulo (leia aqui e aqui).
fonte: Estado quer aproveitar chegada da TV digital para atrair investimentos
vamos torcer para que o RS leve essa, apesar de termos alguns acontecimentos recentes que me fazem desanimar um pouco, como a ida da fábrica da Dell para São Paulo (leia aqui e aqui).
middlewares e bibliotecas para TV Digital
neste post anterior eu citei que foram avaliados 3 padrões existentes para a adoção das transmissões terrestres no Brasil: Europeu, Americano e Japonês.
vou agora descrever algumas das principais características de cada sistema, quais os seus middlewares e as APIs suportadas.
Padrão Europeu (DVB-MHP)
Sistema de transmissão: DVB (Digital Vídeo Broadcasting)
O enfoque inicial deste sistema foi a interatividade em detrimento da qualidade. Possui três subdivisões em relação ao sistema de transmissão:
DVB-T: Terrestre, por radiodifusão
DVB-C: Cabo
DVB-S: Satélite
Na maioria dos países o DVB-T é pago, e os receptores (set-top-boxes) subsidiados pelas operadoras de TV ou até gratuitos.
Middleware: MHP (Multimedia Home Platform)
Baseado no uso de uma JVM (Java Virtual Machine) e um conjunto de APIs possibilita que programas feitos em Java acessem recursos do receptor de forma padronizada. Uma aplicação DVB que utiliza Java é chamada DVB-J. Na especificação 1.1 do MHP foi introduzido o DVB-HTML. Possibilita entre diversos outros recursos o download de aplicações, que são armazenadas em memória persistente e acesso a smart-cards.
O padrão DVB-MHP é utilizado, além dos países europeus, na Austrália, Malásia, Índia, África do Sul e Honk-Kong na China.
Padrões Americanos (ATSC-DASE e OCAP)
ATSC-DASE: Terrestre
Sistema de transmissão: ATSC (Advanced Television Systems Committee)
O principal enfoque deste sistema é a transmissão de alta definição (HDTV, High Definition Television), em detrimento da interatividade e multiprogramação.
Apresenta problemas na recepção através de antenas internas e não suporta recepção em dispositivos móveis, como por exemplo, em celulares.
Middleware: DASE (Digital TV Application Software Environment)
Utiliza JVM (Java Virtual Machine) e permite o uso de linguagens declarativas, como o HTML.
O padrão ATSC-DASE é utilizado nos Estados Unidos, Canadá, Coréia do Sul e Taiwan.
CableLabs-OCAP: Cabo
Sistema de transmissão: sistema de TV a cabo, independente da organização ou fabricante.
Middleware: OCAP (OpenCable Applications Platform)
Baseado no MHP europeu é o middleware utilizado nas transmissões de TV a cabo dos Estados Unidos, que detém a ampla maioria das recepções neste país.
Padrão Japonês (ISDB-ARIB):
Sistema de transmissão: ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting)
As vantagens deste sistema em relação aos demais são a flexibilidade de operação, boa recepção em antenas internas ou em áreas encobertas e o bom suporte a aplicações móveis.
Middleware: ARIB (Association of Radio Industries and Businesses)
Definido pela organização ARIB, esse middleware é formado por alguns padrões, como:
ARIB STD-B23 (Application Execution Engine Platform for Digital Broadcasting), baseada no middleware MHP, indica uma tendência de entrar em conformidade com o DVB-MHP, como veremos adiante.
ARIB STD-B24 (Data Coding and Transmission Specification for Digital Broadcasting), define uma linguagem declarativa denominada BML (Broadcast Markup Language), baseada em XML (Extensible Markup Language), é usada para especificação de serviços multimídia para TV digital.
O padrão ISDB-ARIB é utilizado somente no Japão, até então.
obs.: este conteúdo está disponível no meu artigo do trabalho de conclusão sobre TV digital, assim como a bibliografia utilizada nas pesquisas.
vou agora descrever algumas das principais características de cada sistema, quais os seus middlewares e as APIs suportadas.
Padrão Europeu (DVB-MHP)
Sistema de transmissão: DVB (Digital Vídeo Broadcasting)
O enfoque inicial deste sistema foi a interatividade em detrimento da qualidade. Possui três subdivisões em relação ao sistema de transmissão:
DVB-T: Terrestre, por radiodifusão
DVB-C: Cabo
DVB-S: Satélite
Na maioria dos países o DVB-T é pago, e os receptores (set-top-boxes) subsidiados pelas operadoras de TV ou até gratuitos.
Middleware: MHP (Multimedia Home Platform)
Baseado no uso de uma JVM (Java Virtual Machine) e um conjunto de APIs possibilita que programas feitos em Java acessem recursos do receptor de forma padronizada. Uma aplicação DVB que utiliza Java é chamada DVB-J. Na especificação 1.1 do MHP foi introduzido o DVB-HTML. Possibilita entre diversos outros recursos o download de aplicações, que são armazenadas em memória persistente e acesso a smart-cards.
O padrão DVB-MHP é utilizado, além dos países europeus, na Austrália, Malásia, Índia, África do Sul e Honk-Kong na China.
Padrões Americanos (ATSC-DASE e OCAP)
ATSC-DASE: Terrestre
Sistema de transmissão: ATSC (Advanced Television Systems Committee)
O principal enfoque deste sistema é a transmissão de alta definição (HDTV, High Definition Television), em detrimento da interatividade e multiprogramação.
Apresenta problemas na recepção através de antenas internas e não suporta recepção em dispositivos móveis, como por exemplo, em celulares.
Middleware: DASE (Digital TV Application Software Environment)
Utiliza JVM (Java Virtual Machine) e permite o uso de linguagens declarativas, como o HTML.
O padrão ATSC-DASE é utilizado nos Estados Unidos, Canadá, Coréia do Sul e Taiwan.
CableLabs-OCAP: Cabo
Sistema de transmissão: sistema de TV a cabo, independente da organização ou fabricante.
Middleware: OCAP (OpenCable Applications Platform)
Baseado no MHP europeu é o middleware utilizado nas transmissões de TV a cabo dos Estados Unidos, que detém a ampla maioria das recepções neste país.
Padrão Japonês (ISDB-ARIB):
Sistema de transmissão: ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting)
As vantagens deste sistema em relação aos demais são a flexibilidade de operação, boa recepção em antenas internas ou em áreas encobertas e o bom suporte a aplicações móveis.
Middleware: ARIB (Association of Radio Industries and Businesses)
Definido pela organização ARIB, esse middleware é formado por alguns padrões, como:
ARIB STD-B23 (Application Execution Engine Platform for Digital Broadcasting), baseada no middleware MHP, indica uma tendência de entrar em conformidade com o DVB-MHP, como veremos adiante.
ARIB STD-B24 (Data Coding and Transmission Specification for Digital Broadcasting), define uma linguagem declarativa denominada BML (Broadcast Markup Language), baseada em XML (Extensible Markup Language), é usada para especificação de serviços multimídia para TV digital.
O padrão ISDB-ARIB é utilizado somente no Japão, até então.
obs.: este conteúdo está disponível no meu artigo do trabalho de conclusão sobre TV digital, assim como a bibliografia utilizada nas pesquisas.
Marcadores:
desenvolvimento,
middleware,
tv digital
emissoras planejam utilizar redes celulares como canal de retorno
veja essa matéria do Tela Viva, onde Ana Paula Paes Leme, executiva de contas de novos negócios do SBT, fala sobre interatividade e a possibilidade o uso das redes celulares como canal de retorno:
Recursos de interatividade não são novidade para radiodifusores
(obs.: requer autenticação para acessar)
Recursos de interatividade não são novidade para radiodifusores
(obs.: requer autenticação para acessar)
Marcadores:
canal de retorno,
convergência tecnológica,
interatividade,
tv digital
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Inatel oferece pós-graduação em TV Digital
"O curso de especialização lato sensu em Engenharia de Sistemas de TV Digital e IPTV do Inatel tem como objetivo desenvolver conhecimentos tecnológicos e científicos especializados na área de sistemas de TV digital e IPTV, capacitando os profissionais ao exercício das atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico."
fonte: Inatel - Instituto Nacional de Telecomunicações
fonte: Inatel - Instituto Nacional de Telecomunicações
Inatel Competence Center desenvolve Set Top Box interativo para TV Digital
"O Inatel Competence Center (ICC) assinou, no mês de janeiro, um contrato com a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica de Manaus (Fucapi) para o desenvolvimento de um Set Top Box que permitirá ao usuário da TV Digital interagir com a programação da emissora, escolhendo filmes, séries e até optando pelo final dos episódios de acordo com sua preferência. O projeto será concluído em junho deste ano e deve estar disponível no mercado a partir julho.
No primeiro convênio com a Fucapi, concluído em dezembro de 2007, foi desenvolvido um Set Top Box para conversão do sinal de TV digital para a TV analógica. Agora, na segunda fase do projeto, a intenção é incrementar o aparelho, que deverá ganhar mais funções e oferecer mais vantagens aos usuários. 'Se na primeira etapa o Set Top Box era básico, ou seja, só recebia e convertia o sinal, agora vai fazer isso e ainda ter um canal de retorno que irá permitir a cada telespectador escolher a programação a seu gosto. O usuário vai poder interagir com a programação da emissora e decidir como será a programação em sua TV', explica o gerente do Inatel Competence Center Hardware, Carlos Augusto Rocha.
'A importância deste projeto é a busca pelos novos recursos que a TV Digital oferece. Além de outras vantagens, eles permitirão maior inclusão social, que é um dos principais objetivos do governo com a implantação da nova tecnologia', afirma o gerente. De acordo com ele, a responsabilidade pelo desenvolvimento de hardware do projeto ficará a cargo da equipe de TV Digital do Inatel Competence Center, enquanto uma equipe da Fucapi coordenará a parte de software.
As negociações para os dois convênios iniciaram-se após uma visita de representantes da Fucapi ao estande do Inatel na feira Telexpo, em 2006, onde o projeto de Modulação Inovadora para o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (MI-SBTVD) foi exposto."
fonte: Inatel - Instituto Nacional de Telecomunicações
No primeiro convênio com a Fucapi, concluído em dezembro de 2007, foi desenvolvido um Set Top Box para conversão do sinal de TV digital para a TV analógica. Agora, na segunda fase do projeto, a intenção é incrementar o aparelho, que deverá ganhar mais funções e oferecer mais vantagens aos usuários. 'Se na primeira etapa o Set Top Box era básico, ou seja, só recebia e convertia o sinal, agora vai fazer isso e ainda ter um canal de retorno que irá permitir a cada telespectador escolher a programação a seu gosto. O usuário vai poder interagir com a programação da emissora e decidir como será a programação em sua TV', explica o gerente do Inatel Competence Center Hardware, Carlos Augusto Rocha.
'A importância deste projeto é a busca pelos novos recursos que a TV Digital oferece. Além de outras vantagens, eles permitirão maior inclusão social, que é um dos principais objetivos do governo com a implantação da nova tecnologia', afirma o gerente. De acordo com ele, a responsabilidade pelo desenvolvimento de hardware do projeto ficará a cargo da equipe de TV Digital do Inatel Competence Center, enquanto uma equipe da Fucapi coordenará a parte de software.
As negociações para os dois convênios iniciaram-se após uma visita de representantes da Fucapi ao estande do Inatel na feira Telexpo, em 2006, onde o projeto de Modulação Inovadora para o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (MI-SBTVD) foi exposto."
fonte: Inatel - Instituto Nacional de Telecomunicações
CEF testa set-top-box com Ginga da AIKO
em dezembro a Caixa Econômica Federal testou o set-top-box interativo com Ginga da AIKO. a aplicação demo era de uma operação de crédito imobiliário.
fontes:
Convergência Digital
Google
Yahoo!
fontes:
Convergência Digital
Yahoo!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
publicação do artigo
o blog está meio parado, pois estou aguardando o resultado de algumas tentativas de publicação do meu artigo do Trabalho de Conclusão de Curso sobre "Ferramentas de Acessibilidade pra TV digital com Java", entre outras atividades profissionais e pessoais.
por isso ainda não postei códigos fontes e outras informações mais técnicas ainda.
e também, estamos em pleno verão, todo mundo de férias... descansem um pouco, pois o ano de 2008 promete muito para a TV digital :)
enquanto isso, acompanhem o meu outro blog TI.
abraço a todos!
por isso ainda não postei códigos fontes e outras informações mais técnicas ainda.
e também, estamos em pleno verão, todo mundo de férias... descansem um pouco, pois o ano de 2008 promete muito para a TV digital :)
enquanto isso, acompanhem o meu outro blog TI.
abraço a todos!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
G1 explica interatividade
o site de notícias G1 da Globo disponibilizou um artigo sobre interatividade na TV digital com uma apresentação interativa em formato Flash, imitando o comportamento de aplicações para a TV:

fonte: g1.globo.com

fonte: g1.globo.com
mercado livre já tem adaptadores para TV digital
cruzei com um desses aparelhinhos da Tec Toy no Mercado Livre, o Mob TV MT 100:

Características, conforme o anunciante:
- Recebe o sinal da TV Digital Brasileira;
- Funciona em notebooks e desktops;
- Conexão USB 2.0;
- Compatível com Windows XP e Vista;
- Timeshift: grave o conteúdo da TV em seu computador;
- LivePause: pausa na programação ao vivo;
- Mini-antena retrátil para melhor recepção;
- Design compacto e prático;
- Scan Automático de canais;
- 3 opções de tamanho de tela;
- Opções diversas de áudio e legenda da programação;
- Não é necessária assinatura mensal de canais, recepção do sinal aberto de televisão.
seria interessante poder fazer algumas experiências com a API dele...

Características, conforme o anunciante:
- Recebe o sinal da TV Digital Brasileira;
- Funciona em notebooks e desktops;
- Conexão USB 2.0;
- Compatível com Windows XP e Vista;
- Timeshift: grave o conteúdo da TV em seu computador;
- LivePause: pausa na programação ao vivo;
- Mini-antena retrátil para melhor recepção;
- Design compacto e prático;
- Scan Automático de canais;
- 3 opções de tamanho de tela;
- Opções diversas de áudio e legenda da programação;
- Não é necessária assinatura mensal de canais, recepção do sinal aberto de televisão.
seria interessante poder fazer algumas experiências com a API dele...
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
surgiu o tão esperado set-top-box de R$200!
finalmente, surgiu o tão esperado set-top-box de R$200... será fabricado a partir de janeiro por um consórcio das empresas Encore e Comsat e terá capacidade de recepção em alta definição.
a nota original publicada no site Tela Viva não fala se o aparelho terá o middleware Ginga instalado (se não tiver, não compre!)
fonte: Tela Viva
a nota original publicada no site Tela Viva não fala se o aparelho terá o middleware Ginga instalado (se não tiver, não compre!)
fonte: Tela Viva
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
TV digital sem Ginga, NÃO!
excelente a iniciativa do Léo Seixas. estou dentro!

leia a postagem original: blog TV Digital - Uma nova Era
leia a postagem original: blog TV Digital - Uma nova Era
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Ginga-J, Java TV e TQTVD
eu acho que captei o mistério em torno do Ginga-J...
a sua licença será comercializada por empresas como Mopa e TQTVD, joint-venture entre a TOTVS e a Quality.
o cenário que imaginei é o seguinte: quem quiser desenvolver utilizando as bibliotecas contidas no GEM (JavaTV, HAVi, Davic...) deverá pagar licença a essas empresas, já que elas mesmas têm que pagar licensas aos criadores dessas bibliotecas. funcionaria basicamente como um programador Delphi, DotNet, Java, PHP ou qualquer outra linguagem que adquire componentes de terceiros e os utiliza em suas aplicações.
e os fabricantes de receptores que desejarem distribuir o Ginga irão, da mesma forma, licenciar a distribuição do Ginga e as bibliotecas com estas empresas.
vale salientar que o Ginga-NCL é totalmente livre de licensas e royalties, já o Ginga-J não.
vejam a situação atual do Ginga da TQTVD:
Produto
TQTVD Middleware
GINGA-NCL
Beta version para plataforma ST MicroElectronics - ST7100.
Demonstrada no Fórum SBTVD em 26/11/2007.
GINGA J
Em desenvolvimento.
Data de Lançamento
Julho 2008
o site da TQTVD contém algumas informações de produtos e serviços que eles irão fornecer.
fonte: site da TQTVD
a sua licença será comercializada por empresas como Mopa e TQTVD, joint-venture entre a TOTVS e a Quality.
o cenário que imaginei é o seguinte: quem quiser desenvolver utilizando as bibliotecas contidas no GEM (JavaTV, HAVi, Davic...) deverá pagar licença a essas empresas, já que elas mesmas têm que pagar licensas aos criadores dessas bibliotecas. funcionaria basicamente como um programador Delphi, DotNet, Java, PHP ou qualquer outra linguagem que adquire componentes de terceiros e os utiliza em suas aplicações.
e os fabricantes de receptores que desejarem distribuir o Ginga irão, da mesma forma, licenciar a distribuição do Ginga e as bibliotecas com estas empresas.
vale salientar que o Ginga-NCL é totalmente livre de licensas e royalties, já o Ginga-J não.
vejam a situação atual do Ginga da TQTVD:
Produto
TQTVD Middleware
GINGA-NCL
Beta version para plataforma ST MicroElectronics - ST7100.
Demonstrada no Fórum SBTVD em 26/11/2007.
GINGA J
Em desenvolvimento.
Data de Lançamento
Julho 2008
o site da TQTVD contém algumas informações de produtos e serviços que eles irão fornecer.
fonte: site da TQTVD
sábado, 8 de dezembro de 2007
novo google group: Desenvolvimento para TV digital
criei um grupo no google para discussões sobre o desenvolvimento de aplicações para TV digital.
o grupo visa trocar informações, trechos de código, dicas, relatos de problemas e sucessos. vale para aplicações Ginga-NCL e Ginga-J (enquanto este não é liberado, falamos sobre JavaTV, HAVi, GEM)
confira: Grupo Desenvolvimento para TV digital
o grupo visa trocar informações, trechos de código, dicas, relatos de problemas e sucessos. vale para aplicações Ginga-NCL e Ginga-J (enquanto este não é liberado, falamos sobre JavaTV, HAVi, GEM)
confira: Grupo Desenvolvimento para TV digital
domingo, 2 de dezembro de 2007
inaugurado o sistema brasileiro de TV digital
leia aqui uma postagem minha sobre o evento de inauguração.
domingo, 25 de novembro de 2007
screenshots de aplicações interativas
postei no meu outro blog screenshots de aplicações interativas: www.b4it.com.br
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
set-top-box virtual com Ginga
a comunidade do Ginga disponibilizou para download uma distribuição Linux Fedora com todas as ferramentas para desenvolver o middleware Ginga.

para download acesse o fórum do Ginga (é necessário cadastro)
para instruções de como usar acesse o Wiki do Ginga
para download acesse o fórum do Ginga (é necessário cadastro)
para instruções de como usar acesse o Wiki do Ginga
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
fontes do XletView + HAVi, Dvb, Davic, JavaTV...
hoje fiz uma coisa que já devia ter feito há muito tempo: baixei e estou examinando os arquivos fonte do XletView, disponíveis no SourceForge.
não sei como me virei até hoje sem isso : )
é uma excelente fonte de estudo pra quem já iniciou o desenvolvimento de Xlets.





os JavaDocs que eu já possuía da JavaTV, HAVi e MHP, além do livro Interactive TV Standards do Steve Morris tb são fundamentais para o estudo, mas nada como ter os fontes para um entendimento mais completo do funcionamento.
não sei como me virei até hoje sem isso : )
é uma excelente fonte de estudo pra quem já iniciou o desenvolvimento de Xlets.





os JavaDocs que eu já possuía da JavaTV, HAVi e MHP, além do livro Interactive TV Standards do Steve Morris tb são fundamentais para o estudo, mas nada como ter os fontes para um entendimento mais completo do funcionamento.
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