Este trabalho apresenta uma proposta de solução para a comunicação entre dispositivos eletrônicos domésticos e aplicativos interativos baseados no modelo brasileiro de TV Digital. Ele parte de estudos sobre os aspectos relevantes para Redes Domésticas e TV Digital, especificamente para o modelo brasileiro. Após isso, são analisados trabalhos relacionados à forma como um dispositivo se comunica com os demais dispositivos, às especificações utilizadas para o gerenciamento de dispositivos domésticos e à utilização da TV/STB como um Gateway Residencial. Em seguida é formulada uma proposta de infraestrutura de comunicação utilizando o Ginga-NCL como middleware de TV Digital e o Open Service Gateway initiative (OSGi) como framework para gerenciar os dispositivos domésticos. Suas principais características são descritas em detalhes. Descreve-se ainda os componentes dessa infraestrutura que permitem que aplicações de TV Digital utilizem serviços OSGi assim como que serviços OSGi possam acessar aplicações do Ginga-NCL.
Faz parte desse trabalho estabelecer definições que vão desde a configuração do ambiente até a implementação dos componentes da infraestrutura proposta.
Para validação, são criados cenários envolvendo tecnologias de comunicação sem-fios. Os resultados obtidos nas experiências demonstram a viabilidade de se utilizar essa infraestrutura permitindo a integração entre dispositivos domésticos e aplicativos interativos baseados no modelo brasileiro de TV Digital de modo a fornecer ao usuário novas aplicações e serviços. Espera-se com isso contribuir para uma melhor experiência do usuário com a TV Digital e demais dispositivos eletrônicos conectados em uma Rede Doméstica.
terça-feira, 30 de março de 2010
dissertação do Orlewilson Maia: Uma infraestrutura de comunicação entre dispositivos domésticos e o modelo brasileiro de tv digital
TCC do Bruno Dias: Um estudo de caso entre Ginga-J e Ginga-NCL no âmbito de aplicações interativas residentes
reproduzo abaixo o resumo do seu trabalho:
A TV é apresentada como um dispositivo de controle para outros dispositivos domésticos. Ela é um recurso que agrega popularidade e facilidade de uso, atributos que podem facilmente transformá-la em um “desktop” para controle de dispositivos convergentes domésticos em massa, ou seja, como uma central de automação residencial para boa parte da população brasileira. Nesse âmbito, este trabalho mostra os resultados obtidos da comparação entre
implementações de aplicações interativas para o sistema de TV Digital brasileiro (SBTVD) explorando a porção declarativa – Ginga NCL e a porção procedural – Ginga-J da solução nacional. Procurando colaborar também para elucidar as diferentes áreas para o desenvolvimento de aplicações, focaram-se os esforços em uma aplicação residente no Set-top Box (STB) e independente de conteúdo televisivo para controle de dispositivos conectados numa rede doméstica (HAN – Home Area Networks), o Ginga@Home. Esse sistema explora a API de Inovação do Ginga visando oferecer uma solução que o usa como um meio para se controlar determinados dispositivos de uma residência, ou seja, visa possibilitar a automação residencial, utilizando a TV como a central de automação dentro de uma rede doméstica (HAN). Assim, para que a automação residencial aconteça de fato, a televisão se comunica com um servidor. Esse, por sua vez, faz as operações e retorna um feedback para a TV que, por fim, informa ao usuário os estados atuais dos dispositivos quando solicitada. Toda essa comunicação, presente em cada operação feita pelo usuário, obedece a um protocolo de arquitetura. Do outro lado do sistema, tem-se uma interface de comunicação com o usuário, que apresenta de forma amigável as funcionalidades do sistema (abrir/fechar porta, acender/apagar lâmpada e ativar/desativar alarme) permitindo que o usuário, com o tempo, aprenda como manuseá-lo e sinta-se estimulado para isso sem que seja necessário treinamento com um especialista ou manual de instruções detalhado. As diferenças entre as duas implementações começam a aparecer já nesse ponto. A implementação para o subsistema Ginga-NCL usa a linguagem NCL para a parte de comunicação direta com o usuário e a linguagem Lua para a
parte de comunicação com o servidor. Ao contrário da implementação para o Ginga-J que usa apenas a linguagem Java para estabelecer a comunicação cliente-servidor como também a interface com o usuário. Com a incorporação de dois subsistemas à especificação do middleware brasileiro Ginga, cria-se uma dúvida nos programadores sobre qual deles utilizar ou qual o mais adequado para a implantação de uma aplicação específica. Essa dúvida existe porque as linguagens tem características diferentes e são voltadas para domínios diferentes. Assim, é recomendado que sempre antes de começar o desenvolvimento sejam feitas análises e comparações visando escolher a melhor linguagem para o domínio para o qual a futura aplicação será voltada. Esse trabalho tenta esclarecer algumas dúvidas acerca dessas linguagens.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Está disponível a versão 1.5 do NCL Eclipse
Está disponível a partir de hoje a versão 1.5 do NCL Eclipse.
Recomenda-se a usuários de versões anteriores fazer a atualização.
O NCL Eclipse é um plugin de código livre para suporte ao desenvolvimento de aplicações interativas em NCL por meio da IDE Eclipse. Tendo como foco o desenvolvimento textual de aplicações, o NCL Eclipse agiliza o desenvolvimento através da validação e sugestão de código totalmente compatível com as normas "ABNT NBR 15606-2, 2007" e "ITU-T H.761, 2009", navegação hipertextual e pré-visualização gráfica de elementos NCL.
A versão 1.5 traz várias novas funcionalidades, entre as quais estão:
- Pré-visualização de conectores NCL.
- Suporte a internacionalização do NCL Eclipse (atualmente disponível em inglês, português e espanhol), incluindo a internacionalização das mensagens de erros geradas pela validação.
- Preenchimento semi-automático de conectores.
- Suporte a documentação de elementos NCL.
- Atualização das sugestões de conteúdo, conforme a Norma ITU-T H.761,2009
- Correções de Bugs das versões anteriores
- entre outras ...
Mais informações: www.laws.deinf.ufma.br/
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Convite de participação no ambiente de desenvolvimento Ginga-J
"Caros,
Estamos disponibilizando a partir de hoje (02/12/2009) um ambiente para acompanhamento e participação do desenvolvimento dos projetos relacionados ao Ginga-J.
Serão disponiblizados inicialmente 2 (dois) projetos em andamento: (1) candidate release da implementação de referência Ginga-J e (2) o emulador Ginga-J.
Para acessar o ambiente, por favor se cadastre na seguinte URL:
http://ginga.lavid.ufpb.br
É recomendado que o cadastro utilize o mesmo e email da comunidade Ginga, pois isso vai facilitar uma futura migração (ver explicação abaixo).
Inicialmente todos serão cadastrados como observadores (viewers) dos projetos, com essa permissão já é possível ter acesso às seguintes funcionalidades:
- Acompanhamento das últimas atualizações dos projetos
- Acompanhamento das atividades em andamento e planejadas
- Acesso a estatísticas do repositório do controle de versão
- Acesso ao código-fonte do repositório do controle de versão
- Wiki com material técnico sobre desenvolvimento de middleware, aplicações e Ginga-J
Como ainda estamos integrando o código do Ginga-NCL e Ginga-J, decidimos em conjunto com a PUC-Rio, hospedar o desenvolvimento Ginga-J num ambiente temporário fora do Portal do Software Público. A partir da integração das duas implementações e adaptação das ferramentas do Portal do Software Público, migraremos o ambiente para o Portal do Software Público dentro da Comunidade Ginga.
Entretanto, vamos continuar utilizando o Portal como canal de comunicação.
Em breve divulgaremos mais informações sobre a utilização do ambiente e participação em cada projeto."
leia a ensagem original (requer cadastro no portal):
Convite de participação no ambiente de desenvolvimento Ginga-J
sábado, 31 de outubro de 2009
Prototipo de Sistema Interativo de Controle para TV Digital usando Reconhecimento de Voz - SpeeTV
Prototipo de Sistema Interativo de Controle para TV Digital usando Reconhecimento de Voz - SpeeTV
esse trabalho me chamou especial atenção, pois no meu TCC sobre Ferramentas de Acessibilidade para TV Digital, realizado em 2007, eu citei como uma das sugestões de trabalhos futuros justamente adicionar o suporte a comandos de voz. não tive a disponibilidade de implementar, mas talvez uma possível fusão dos dois trabalhos resulte em algo bem interessante.
parabéns ao Rafael #lol
leia também: Ferramentas de Acessibilidade para TV Digital Interativa com Java
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
livro "TV Digital.Br: Conceitos e Estudos sobre o ISDB-Tb", S. Squirra & Valdecir Becker
TV Digital.Br: Conceitos e Estudos sobre o ISDB-Tb
S. Squirra & Valdecir Becker (orgs.)
ISBN: 978-85-7480-455-2
A TV digital brasileira é uma realidade irrecusável. Como as demais tecnologias de ponta, chega estimulando a todos que a experimentam, captando o cerne da imaginação e os olhos dos consumidores nas vitrines. Pelas gigantescas qualidades estéticas e possibilidades de incremento na comunicação, seja entre seres humanos e entre estes e as máquinas, este extraordinário recurso tecnológico chama fugazmente a atenção da população, inflamando sedutoramente todos para sua adoção e mergulho inebriante em seus inéditos recursos interativos.
A TV digital se materializa em dispositivos multiformatos, em incontáveis configurações de tela, em qualquer lugar, o tempo todo.
Quem poderia imaginar que um dia se viabilizaria tal avanço tecnológico na comunicação? É o que esta obra tenta revelar, animando seus leitores a um mergulho no desvendamento das características da interatividade da imagem digital e dos sistemas sonoros multicanais.
Medidas: 14 x 21 cm
Páginas: 280
Edição: 1ª
Ano: 2009
Assunto: Col. azul 5, Comunicação, Mídia, Televisão
Encadernação: Brochura
onde comrpar: www.atelie.com.br
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
cobertura da TV Digital no Brasil - outubro/2009
Emissoras: CBI, MTV Brasil, Rede 21, Rede Bandeirantes, Rede Globo, Rede Record, Rede TV, SBT, TV Cultura e TV Gazeta.
Belo Horizonte
Emissoras: Rede Globo, Rede Record e Rede TV.
Rio de Janeiro
Emissoras: Rede Bandeirantes, Rede Globo, Rede Record, SBT, Rede TV, TV Brasil (Radiobrás) e TV Ideal SD.
Goiânia
Emissoras: Rede Anhanguera de Televisão (afiliada Rede Globo) e Rede Record.
Curitiba
Emissora: Rede RPC (afiliada da Rede Globo).
Porto Alegre
Emissora: Rede RBS (afiliada da Rede Globo).
Salvador
Emissora TV Bahia (afiliada da Rede Globo).
Campinas
Emissora: EPTV (afiliada da Rede Globo)
Cuiabá
Emissora: TV Centro América(afiliada da Rede Globo)
Florianópolis
Emissoras: RBS (afiliada da Rede Globo)
Vitória
Emissoras: TV Gazeta (afiliada da Rede Globo) e TV Vitória (afiliada da Rede Record)
Uberlândia
Emissora: Rede Integração (afiliada da Rede Globo).
São José do Rio Preto
Emissoras: Rede Vida.
Teresina
Emissora: Cidade Verde (afiliada do SBT)
Santos
Emissora: TV Tribuna (afiliada da Rede Globo)
Aracaju
Emissora: TV Atalaia (afiliada da Rede Record)
Brasília e regiões administrativas (Taguatinga, Guará, Sobradinho)
Emissoras: TV Brasil, TV Globo e TV Justiça
Campo Grande
Emissora: TV Morena (afiliada da Rede Globo).
Fortaleza
Emissora: TV Verdes Mares (afiliada da Rede Globo).
Recife
Emissoras: Globo Nordeste e TV Jornal do Comércio (afiliada do SBT).
João Pessoa
Emissora: TV Cabo Branco (afiliada da Rede Globo)
Sorocaba
Emissoras: TV TEM (afiliada da Rede Globo) e Televisão Sorocaba (afiliada ao SBT)
Manaus
Emissora: Rádio TV do Amazonas (afiliada da Rede Globo)
Belém
Emissora: RBA (afiliada da Band) e TV Liberal (afiliada a Rede Globo)
Ribeirão Preto
Emissora: EPTV (afiliada da Rede Globo)
Joinville
Emissora: Companhia Catarinense de Rádio e Televisão, RBS TV (afiliada da Rede Globo
fonte, mapa e cronograma de implantação: www.dtv.org.br
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
I Encontro Nacional do Software Público Brasileiro
"Comunidade GINGA,
O I Encontro Nacional do Software Público Brasileiro, que será realizado de 27 a 30 de outubro de 2009 em Brasília, conta com a presença de todas as comunidades do Portal SPB.
Nossa Comunidade terá, mais uma vez, uma série de atividades que visam principalmente a divulgação do Ginga e a integração de nossos membros. Segue abaixo a programação de nossas atividades no evento:
Dia 28/10
16:00 às 17:00 - Palestra introdução a TV Digital
17:00 às 18:00 - Palestra introdução a arquitetura GINGA
Dia 29/10
09:00 às 10:00 - Palestra sobre programação NCL
10:00 às 12:30 - III Encontro Nacional da Comunidade GINGA
15:00 às 19:00 - Oficina GINGA
Mais detalhes sobre o evento, incluindo a programação completa e inscrição, podem ser encontrados em:
http://softwarepublico.gov.br/i-encontro-spb"
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
curso Desenvolvendo Aplicações em Ginga para TV Digital Interativa - RCA Soft
"A RCASOFT abriu as inscrições para a terceira turma do novo curso: Desenvolvendo Aplicações em Ginga para TV Digital Interativa.
O curso é destinado a pessoas que desejam começar a trabalhar com desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa (TVDI), se especializando nas bibliotecas de programação do Ginga que foi adotado como especificação padrão para TVDI no Brasil. Serão abordadas diversas características e ferramentas de desenvolvimento baseadas em software livre voltadas para a construção de um ambiente de middleware para TVDI baseado no Ginga. O curso será ministrado nos dias 25 e 26 de Novembro de 2009, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Conteúdo:
* Visão Geral do Sistema SBTVD
* Ginga-J e suas APIs
* Ginga-NCL
* Ferramentas de Desenvolvimento Baseadas em Software Livre para Ginga
* Fazendo uma Transmissão Real de TVDI
* Construindo um Aplicativo Ginga-NCL com LUA
Data: 25 e 26 de Novembro de 2009
Local: CPV - UNICAMP - CAMPINAS (SP)
Sorteio:
Os alunos inscritos no curso participarão do sorteio de um receptor de tv digital interativa já com a implementação RCASOFT Middleware instalada.
Maiores Informações:
WEB SITE: http://www.rcasoft.com.br/cursos.php
Equipe de Treinamento
RCASOFT Informática
Fone: (19) 3579-0744
Fax: (19) 3579-0741
E-mail: treinamento@rcasoft.com.br "
fonte: RCA Soft
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Especificação Java DTV 1.2.1 disponível
"Caros,
Já está disponível a última versão (1.2.1) da especificação JavaDTV no site do FórumSBTVD:
http://www.forumsbtvd.org.br/materias_index.asp?menu=9
Abraços.
Raoni Kulesza."
fonte: Portal do Software Público (necessário cadastro)
UFPB/Ginga-J na Comunidade Ginga do Portal do Software Público
"Caros,
Meu nome é Raoni Kulesza e, como alguns já sabem, faço parte da equipe técnica da UFPB que trabalha na especificação e implementação de referência da norma Ginga-J do SBTVD.
Gostaria de avisar que a partir de hoje, a equipe da UFPB passará a dar suporte a implementação de referência do Ginga-J, ferramentas e assuntos relacionados nos fóruns da Comunidade Ginga.
Em breve também será aberta uma sub-comunidade Ginga-J aqui no Portal com bastante novidades sobre essa nova e rica plataforma de desenvolvimento de aplicações para TV Digital.
Nosso objetivo é juntar esforços com o sucesso já obtido até aqui pela equipe da PUC-Rio e divulgar da melhor forma possível tecnologia Ginga.
Abraços.
Raoni Kulesza. "
leia a thread (necessário cadastro no portal): UFPB/Ginga-J na Comunidade Ginga do Portal do Software Público
terça-feira, 8 de setembro de 2009
NY Times (via Terra): TV investe em aplicativos seguindo modelo da Apple
"A DirecTV e o serviço FiOS da Verizon Communications recentemente anunciaram lojas de aplicativo seguindo explicitamente o modelo da App Store da Apple. Apenas alguns aplicativos apareceram até agora, mas esses poucos - versos da Bíblia, atualizações do Facebook e informações sobre equipes esportivas - sugerem que as pessoas podem não estar satisfeitas em apenas ficar sentadas enquanto assistem à TV, preferindo se debruçar, interagir e personalizar suas televisões." - Saul Hansell (NY Times) via Amy Traduções (Terra)
*esta postagem faz referência a conteúdo de terceiros. os direitos e responsabilidades dos trechos citados são reservados aos respectivos autores
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
livro "Programando em NCL" à venda online
o livro "Programando em NCL", Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa, já pode ser adquirido online em diversos sites por preços que variam de R$106,25 a R$125,00:
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Argentina oficializa adoção do sistema nipo-brasileiro de TV Digital
A adesão da Argentina ao padrão se soma à decisão do Peru, ocorrida em abril. Com isso, anula a resolução de 1998, que adotava o ATSC.
"Vamos construir um modelo comum aos nossos países, promovendo uma parceria comercial e tecnológica que vai beneficiar nossos parques industriais e a nossa população, que terá acesso ao que existe de mais moderno em televisão aberta no mundo", deisse Hélio Costa.
Chile, Equador, Venezuela e Cuba também consideram a possibilidade de utilizar o ISDB-T.
fonte: TI Inside
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
set-top-box Proview + middleware RCASoft por R$ 599,00 - venda online!
Caracteristicas
- Compatível com o sistema brasileiro ISDB-TB
- Alta definição de decodificação de áudio AAC / WE - AAC vídeo H264.
- Saída HDMI 1080i.
- Saída de vídeo analógica de alta definição - video componente 1080i.
- Saída de vídeo analógica - video composto 480p / 480i.
- Saída de áudio digital SPDIF. - Coaxial e Ótica
- OSD (On Screen Display) em português com interface gráfica de fácil manuseio.
- Interface de ethernet - 100 Mbs.
- Atualização do software via USB.
- EPG (Guia de Progamação Eletrônica) de uso fácil.
- Controle Remoto.
- Proteção Parental (Controle de conteúdo).
- Porta USB Frontal compatível com teclado e mouse.
- Navegação na internet com mini browser e acesso remoto a cliente / servidor via VNC.
Recursos
- Bloqueia os canais para não serem acessados
- Bloqueia os programas conforme classificação por idade pré determinadas
- Nomear canais
- Programação de seus canais favoritos
- Guia de programação eletrônica, permite visualizar informações sobre os programas (este recurso depende da transmissão pela emissora).
- Através da conexão USB é possível reproduzir arquivos de fotos JPEG.
Recurso de Imagem
- Formato de tela HD é possível escolher entre 4:3, Tela Cheia, Panorâmica e Panscan como modo preferencial de imagem para vídeo de alta definição.
Recurso de Áudio
Saídas de áudio digital, você pode escolher entre PCM para uso com um amplificador estéreo digital de dois canais e Bitstream para uso com um amplificador equipado com decodificador AAC.
Conexões
- Entrada RF, Saída para TV
- Saída S/PIDF
- Saída Video Composto, Saída Video Componente
- Saída HDMI, DC IN (12V)
- Entrada USB
fonte: www.rcasoft.com.br
veja uma demonstração que filmei no FISL 10, onde o Hugo Lavalle me explicou que o CPqD adquiriu uma versão de desenvolvimento do middleware RCASoft e o carregou pela porta USB, dessa forma habilitando o carregamento de aplicações NCL e Lua para o receptor.
atualizado em 31/8/2009:
enviei uma pergunta sobre as características deste receptor com o middleware, recebi uma boa notícia na resposta:
Pergunta:
Olá, gostaria de saber se é possível carregar aplicações NCL e Lua pela porta USB com o middleware que vem instalado de fábrica. Se não, o que é necessário fazer?
Resposta:
Através da porta USB é possível carregar aplicações NCL e Lua.
A implementação RCASOFT Middleware é voltada para desenvolvedores de aplicação, emissoras de televisão, produtoras de conteúdo, agências de publicidade e demais usuários da TV Digital que desejam ter acesso a recursos de interatividade em seu receptor. A implementação permite a execução de aplicações interativas transmitidas pela emissora durante a programação, ou a execução de aplicações gravadas em um pendrive que é conectado à porta USB do receptor.
O receptor possui em seu menu a opção NCL via USB que permite ao usuário abrir aplicações NCL armazenadas em um pen-drive, permitindo assim que se tenha a noção exata de como a aplicação ficará em um ambiente real.
Para a publicação, solicitamos que faça referência ao site http://www.rcasoft.com.br/midd_intro.php, onde temos mais detalhes sobre o RCASOFT Middleware.
Qualquer dúvida, estamos à disposição.
Atenciosamente,
Equipe de Suporte Técnico
RCASOFT Middleware
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Lançamento do livro "Programando em NCL 3.0" - Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa
A Editora Campus-Elsevier e a SET - Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão convidam os membros da Comunidade Ginga para o lançamento do livro "Programando em NCL 3.0" de autoria dos Professores Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa.

Data: 27 de agosto de 2009, Quinta-feira, às 16h
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Broadcast & Cable 2009
Estande 35C e 35D da SET
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
São Paulo - SP
Contato: (11) 5105-8555
domingo, 16 de agosto de 2009
Tutorial de Instalação da Máquina Virtual do OpenGinga Ginga-J no VirtualBox em Linux - por Manoel Campos da Silva Filho
Introdução
A Máquina Virtual do OpenGinga Beta 1 foi criada com o VirtualBox 3 e é baseada no Ubuntu 9.04, não tendo interface gráfica. O usuário é root e a senha root. O OpenGinga está na raiz do sistema, incluindo um link para o diretório onde estão os exemplos do DirectFB.
No arquivo /etc/profile da VM foram adiconadas as configurações necessárias, obtidas do arquivo env.sh do OpenGinga, para exportar as variáveis de ambiente do Java e do OpenGinga.
Lá também foi adicionado o comando dhclient para obter as configurações de rede para a VM, caso sua rede tenha DHCP.
Seguem os passos para instalação
- Baixe o arquivo da VM no site do LabTVDI da UnB (345MB).
- Para permitir acesso a pendrives na VM, você deve executar o VirtualBox como root. Assim, abra um terminal e digite o comando a seguir
sudo su - Execute os comandos
mkdir -p /root/.VirtualBox && cd /root/.VirtualBox - Descompacte a VM baixada com o comando
tar -zxvf /caminho/onde/salvou/openginga-gingaj-beta1-virtualbox.tar.gz - Execute o comando
mkdir -p HardDisks && mv GingaJ-HardDisk.vdi HardDisks - Execute o comando
rm -rf Machines/GingaJ/ - Execute o VirtualBox com
VirtualBox & - Clique no botão New para criar uma nova VM, depois clique em Next para iniciar.

- Na tela seguinte, preencha os campos como na figura abaixo e clique em Next

- Escolha a quantidade de memória, ou deixe como está, e clique em Next.

- Escolha a opção "Use existing hard disk" e clique no botão ao lado do campo para escolher o HD baixado.

- Na tela seguinte clique no botão Add e selecione o HD do diretório /root/.VirtualBox/HardDisks (que já deve vir selecionado).
Depois clique no botão Select
- Depois clique em Next, Finish e Start para iniciar o OpenGinga Ginga-J. Veja figura da VM funcionando, com vídeo e aplicação em execução.
As informações de como incluir arquivos de vídeo para simular canais de TV e como instalar uma Xlet estão disponíveis no tutorial no site do OpenGinga
Máquina virtual e tutorial elaborado por Manoel Campos da Silva Filho, a partir dos fontes e tutorial de compilação e instalação do OpenGinga, disponíveis no site oficial.
domingo, 19 de julho de 2009
Tutorial: Debug no XleTView usando o Eclipse - por Leonardo Leite
Um fator que há muito tempo me incomodava ao fazer xlets no XleTView era a aparente falta de possibilidade de realizar um debug.
Este tutorial mostra como realizar o debug de seu xlet, executado a partir do XleTView, usando a plataforma Eclipse (http://www.eclipse.org/).
Atenção: este tutorial não explica como fazer o debug no Eclipse, mas sim os passos necessários para que o debug no Eclipse possa ser realizado a partir de um xlet sendo executado no XleTView.
Configurando o XleTView
Para podermos realizar o debug, o XleTView deve ser chamado da seguinte maneira:
java -Xdebug -Xnoagent -Xrunjdwp:transport=dt_socket,address=8000,server=y,suspend=n -jar xletview.jar
Configurando o debug do Eclipse
1. Abra a perspective de debug (Figura 1)

2. No menu de debug seleciona “Open debug dialog...” (Figura 2)

3. No diálogo de debug insira um novo elemento de debug abaixo do elemento “Remote Java Application”, na árvore à esquerda (Figura 3)

4. Se necessário altere as propriedades do debug (à direita da árvore do passo anterior); o mais importante aqui é que a porta usada seja a mesma que foi passada como parâmetro para o XleTView (no meu exemplo, a porta 8000).
Pronto, agora basta setar seu(s) breakpoint(s) no Eclipse e iniciar a aplicação através do XleTView.
Na figura 4 temos um exemplo de debug, em que podemos constatar a na janela de variáveis o valor da variável x.

Repare que na perspectiva de debug é importante conhecer algumas opções de controle, como o “Terminate” e o “Relaunch”, que podem ser vistos na figura 5.

sexta-feira, 10 de julho de 2009
API de Integração de Dispositivos: Limitações
O apêndice E do projeto de norma 00:001.85-006/4 (2° Projeto), de título “Televisão digital terrestre — Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital — Parte 4: Ginga-J — Ambiente para a execução de aplicações procedurais” especifica como será o seu uso, através de uma nova API.
A comunicação do receptor com dispositivos móveis pode ser efetuada através da API de Integração de Dispositivos. Para tanto, os dispositivos móveis devem possuir um módulo do Ginga para gerenciar o protocolo de comunicação. Precisam também estar registrados no Ginga.
A maior vantagem da proposta desta API é a integração de aplicações em execução (Xlets) com dispositivos móveis. Esta integração é importante e indubitavelmente deve existir. Contudo, outras idéias podem ser incorporadas através de uma maior exploração dessas novas interfaces de rede existentes.
Devido ao custo adicionado pela incorporação de novas interfaces de rede, a compra de receptores que possuam a integração com dispositivos móveis só será efetuada pelos consumidores se os benefícios que ela traz forem suficientemente altos para compensar o seu valor. Desta forma, todas as possibilidades de inovação precisam ser exploradas.
Para tentar explicar melhor, vamos tomar como base as possibilidades e limitações da arquitetura atual:
Imagine que um programa como o Big Brother Brasil esteja passando na TV em um determinado momento. Neste momento, uma aplicação (Xlet) pode estar sendo executada, solicitando aos usuários qual dos participantes eles desejam eliminar. Esta aplicação poderá buscar os dispositivos móveis registrados com o Ginga e solicitar que a votação apareça no display dos celulares e outros dispositivos móveis, para que em cada dispositivo um usuário registre o seu voto unicamente. Para isso, eles precisam ter um módulo móvel instalado, responsável por se registrar no receptor e renderizar a tela de acordo com um protocolo. Interessante esta possibilidade? Sim! A API de Integração de Dispositivos deve existir com certeza!
Contudo, se temos comunicação entre receptor e canal de retorno e também entre dispositivos móveis e receptor, porque não utilizar o receptor como gateway para acessar todo e qualquer servidor possível via canal de retorno? Com isso, qualquer empresa poderia disponibilizar aplicações que utilizam o receptor como ponto de acesso à Internet. Qual o ganho com isso? Alguns deles estão listados abaixo:
a) A aplicação móvel é totalmente customizada pela empresa em questão;
b) Adiciona novos mercados à operadoras de TV e empresas;
c) Provê novas formas de entretenimento para o usuário;
d) Desonera a comunicação entre usuário e a operadora de TV, pois não necessita das operadoras de telefonia como canal de retorno para aplicações móveis;
e) Não limita a execução da aplicação móvel enquanto o canal se mantém ativo. Isso quer dizer pode haver mudanças de canais a qualquer momento sem a interrupção da aplicação móvel atual;
f) Aplicativos podem ser executados mesmo na inexistência do sinal da operadora de TV, desde que o canal de retorno esteja ativo; e
g) O link entre dispositivo móvel e canal de retorno é efetuado a qualquer momento e para qualquer destino, independente da existência de Xlet em execução no receptor.
Como exemplo, o acesso à Internet via receptor de TV poderia ser efetuado pelo dispositivo móvel a qualquer momento, seja via Bluetooth, Wi-Fi, entre outros. Celulares poderiam vir com aplicações que utilizam o receptor como ponto de acesso à Internet. Além de aplicações móveis customizadas, com protocolos proprietários, qualquer aplicação que utilize procotolos padronizados como browsers, clientes de e-mail, ftp, leitor RSS, entre outros, poderia utilizar essa infra-estrutura.
Não há a necessidade de nenhum hardware adicional além dos já existentes para a integração com dispositivos móveis, ou seja, toda a implementação pode ser efetuada em software.
Certamente o custo dos receptores que possuem integração com dispositivos móveis será maior do que os que não as possuem, justamente pela adição dos novos hardwares de rede. Com as possibilidades atuais de interação da API de Integração de Dispositivos, particulamente acredito que a adoção só será razoavelmente alta se a diferença de preço for bastante pequena. Adotando novas possibilidades, agrega-se valor ao produto e, consequentemente, mais usuários estarão dispostos a pagar um valor um pouco maior.
A próxima semana será crucial para a aprovação da norma. A data limite para envio de comentários à consulta pública da ABNT é 17/07. Esta e outras possibilidades foram enviadas à ABNT, para análise. Observem que não temos intenção de criticar arbitrariamente a norma que está sendo votada. Apenas queremos explorar ao máximo essa inovação do Ginga.
Detalhes de outras limitações da abordagem atual do SBTVD serão exploradas em novos posts.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Open Ginga liberado para download
conforme prometido no FISL, o Open Ginga foi disponibilizado para o público:
trecho extraído da capa do site:
"OpenGinga é uma plataforma para desenvolvimento do middleware Ginga, o middleware do Sistema Brasileiro de TV Digital.
As aplicações que executam no Ginga podem ser classificadas em duas categorias dependendo se o conteúdo inicial da aplicação é declarativo ou procedural. O ambiente de execução que processa aplicações NCL é chamado de Ginga-NCL e o ambiente que controla a execução de aplicações baseadas na Java TV / Java DTV é chamado de Ginga-J.
Atualmente, estamos disponibilizando uma versão beta de desenvolvimento da implementação do ambiente procedural do middleware (Ginga-J). É importante observar que esta uma versão para desenvolvedores avançados e com conhecimento de sistemas de middleware. Em breve lançaremos ferramentas para auxiliar os desenvolvedores de aplicações."
eu já estou convertendo meus aplicativos GEM e espero em breve poder testá-los no novo emulador, prometido pelo Raoni para no máximo daqui a 2 meses.